São José dos Campos | Taubaté | Jacareí

Dr. Thales Tabchoury

Ortopedista e Traumatologista, especialista em próteses de quadril

Atuo como especialista realizando cirurgias de artroplastias e correção de fraturas na cidade de São José dos Campos. Meu objetivo é oferecer um tratamento único e individualizado, buscando o melhor resultado possível para sua patologia. O foco do nosso tratamento será a melhora da dor, recuperação articular e melhor qualidade de vida. Preservar seu quadril sempre é a melhor opção, com técnicas regenerativas, neuromodulações, infiltrações articulares ou cirurgias preservadoras. 

Especialista

Quem é o Dr. Thales Tabchoury

Prótese de quadril

Quando devo pensar nela e quais seus benefícios?

Os benefícios de uma prótese bem indicada incluem

Principais tratamentos realizados e tipos de próteses

Artrose

Artrose é processo de desgaste da cartilagem articular. Esse desgaste é avaliado e tratado de acordo com seu grau de progressão. 

Os estágios mais avançados, ou com resultado insatisfatório com o tratamento anteriormente citado, necessitam de tratamento cirúrgico para que possa reestabelecer uma articulação funcional.

A importância de um diagnóstico precoce é essencial para o tratamento mais eficaz.

Osteonecrose da cabeça femoral

É uma doença em que a cabeça do fêmur sofre um déficit de suprimento sanguíneo, como se sofresse um “infarto ósseo” e este osso “morresse”. Estágios iniciais em que a área necrosada for menor, sem deformidade da cabeça e sem destruição da cartilagem, podemos tentar salvar esta cabeça por meio da descompressão cirúrgica.

Casos onde a cartilagem já foi acometida, cabeça deformada, ou áreas necróticas muito extensas, é necessário realizar artroplastia do quadril para retomar a funcionalidade desta articulação.

Osteonecrose da cabeça femoral

É uma doença em que a cabeça do fêmur sofre um déficit de suprimento sanguíneo, como se sofresse um “infarto ósseo” e este osso “morresse”. Estágios iniciais em que a área necrosada for menor, sem deformidade da cabeça e sem destruição da cartilagem, podemos tentar salvar esta cabeça por meio da descompressão cirúrgica.

Casos onde a cartilagem já foi acometida, cabeça deformada, ou áreas necróticas muito extensas, é necessário realizar artroplastia do quadril para retomar a funcionalidade desta articulação.

Prótese total de quadril

A prótese de quadril ou artroplastia do quadril é considerada a cirurgia do século.

Com excelentes resultados, é um procedimento cirúrgico em que a articulação é substituída por implantes ortopédicos que retomam a função de um quadril previamente afetado.

A prótese de quadril tem como suas principais indicações patologias articulares como a artrose/desgaste, fraturas da região proximal do fêmur e a ostenecrose da cabeça femoral.

Ela é composta por um componente acetabular (podendo este ser fixo ou não com parafusos acessórios) e um componente femoral chamado de haste, onde ambos ficam em contato com o osso.

A “articulação” dessa prótese é composta por duas peças denominada par tribológico, sendo a cabeça femoral encaixada na haste, e o liner acetabular encaixado no componente acetabular.

Após fixados, a “dobradiça” dessa nova articulação acontece através do contato e movimento da cabeça femoral neste liner acetabular, retornando os movimentos do quadril de forma dinâmica e indolor.

Prótese total de quadril

A prótese de quadril ou artroplastia do quadril é considerada a cirurgia do século.

Com excelentes resultados, é um procedimento cirúrgico em que a articulação é substituída por implantes ortopédicos que retomam a função de um quadril previamente afetado.

A prótese de quadril tem como suas principais indicações patologias articulares como a artrose/desgaste, fraturas da região proximal do fêmur e a ostenecrose da cabeça femoral.

Ela é composta por um componente acetabular (podendo este ser fixo ou não com parafusos acessórios) e um componente femoral chamado de haste, onde ambos ficam em contato com o osso.

A “articulação” dessa prótese é composta por duas peças denominada par tribológico, sendo a cabeça femoral encaixada na haste, e o liner acetabular encaixado no componente acetabular.

Após fixados, a “dobradiça” dessa nova articulação acontece através do contato e movimento da cabeça femoral neste liner acetabular, retornando os movimentos do quadril de forma dinâmica e indolor.

Artroplastia total não cimentada

A técnica atualmente mais realizada no mundo, consiste na fixação tanto do componente femoral quanto acetabular sem cimento.

Através do press-fit, onde o implante é fixado através de impacção/pressão no osso, a adesão do osso em sua superfície rugosa ocorre em algumas semanas neste implante, chamado de ingrowth.

Artroplastia total não cimentada

A técnica atualmente mais realizada no mundo, consiste na fixação tanto do componente femoral quanto acetabular sem cimento.

Através do press-fit, onde o implante é fixado através de impacção/pressão no osso, a adesão do osso em sua superfície rugosa ocorre em algumas semanas neste implante, chamado de ingrowth.

Artroplastia total não cimentada

A técnica atualmente mais realizada no mundo, consiste na fixação tanto do componente femoral quanto acetabular sem cimento.

Através do press-fit, onde o implante é fixado através de impacção/pressão no osso, a adesão do osso em sua superfície rugosa ocorre em algumas semanas neste implante, chamado de ingrowth.

Artroplastia total híbrida

A técnica híbrida consiste em realização do acetábulo sem cimento pela técnica citada anteriormente, enquanto o fêmur é realizado com cimento, diferenciando-se o material do fêmur devido a superfície de contado do implante ser lisa e polida. A indicação geralmente ocorre devido a presença de um osso femoral mais osteoporótico e frágil, dificultando a fixação do implante por pressão e aumentando muito o risco de fraturas durante sua colocação.

Artroplastia total híbrida

A técnica híbrida consiste em realização do acetábulo sem cimento pela técnica citada anteriormente, enquanto o fêmur é realizado com cimento, diferenciando-se o material do fêmur devido a superfície de contado do implante ser lisa e polida. A indicação geralmente ocorre devido a presença de um osso femoral mais osteoporótico e frágil, dificultando a fixação do implante por pressão e aumentando muito o risco de fraturas durante sua colocação.

Artroplastia total cimentada

Pouco utilizada atualmente, consiste na fixação de ambos os componentes com cimento ósseo. O cimento funciona na ortopedia como um preenchedor de espaço, sendo utilizado em casos específicos em que se tem tal indicação. Diferente do que muitos pensam, não servindo como espécie de cola.

Prótese parcial de quadril

Artroplastia parcial de quadril é quando a fixação do implante ocorre apenas na região do fêmur, podendo este ser cimentado ou não-cimentado, não havendo nenhum componente fixado ao acetábulo (bacia) como na prótese total. Fixo à este componente femoral, é encaixada duas cabeças que giram um sobre a outra e articulam na própria bacia do paciente. É um procedimento realizado na presença de fraturas, em idosos de baixa demanda e sem desgaste prévio do quadril, existindo indicações específicas para sua utilização.

Dispositivo anti-protrusão

São as conhecidas com anéis constritos, dupla mobilidade e tripolar, sendo adaptadas por mecanismos que evitam a luxação (desencaixe) dos componentes. Por que não é utilizada em todos pacientes, se evitam essa complicação? Pois, apesar de evitarem tal complicação, tais mecanismos acabam levando a um desgaste mais precoce quando comparado aos dispositivos convencionais.

Dispositivo anti-protrusão

São as conhecidas com anéis constritos, dupla mobilidade e tripolar, sendo adaptadas por mecanismos que evitam a luxação (desencaixe) dos componentes. Por que não é utilizada em todos pacientes, se evitam essa complicação? Pois, apesar de evitarem tal complicação, tais mecanismos acabam levando a um desgaste mais precoce quando comparado aos dispositivos convencionais.

Par tribológico

 o par tribológico é o nome dado aos dois componentes que formam a nova articulação do quadril – cabeça femoral + liner acetabular.

Existem 3 combinações possíveis mais amplamente utilizadas atualmente, todas elas com características positivas e negativas individuais, não existindo a melhor, mas sim a mais indicada para cada situação.

Cerâmica x Cerâmica

Uma combinação muito utilizada devido seu menor índice de desgaste a longo prazo, que possibilita também a utilização de cabeças maiores, o que gera mais estabilidade da articulação. Porém indivíduos que praticam esportes de impacto podem levar a quebra dos componentes e necessidade de revisão. Além disto, pode ocorrer um efeito pouco frequente, mas indesejável – o sequeaking. É o nome dado quando, durante os passos e a movimentação destes componentes, ocorre um rangido audível semelhante a uma dobradiça enferrujada devido o atrito dos mesmos, o que apesar de indolor, torna-se desconfortável.

Cerâmica x Cerâmica

Uma combinação muito utilizada devido seu menor índice de desgaste a longo prazo, que possibilita também a utilização de cabeças maiores, o que gera mais estabilidade da articulação. Porém indivíduos que praticam esportes de impacto podem levar a quebra dos componentes e necessidade de revisão. Além disto, pode ocorrer um efeito pouco frequente, mas indesejável – o sequeaking. É o nome dado quando, durante os passos e a movimentação destes componentes, ocorre um rangido audível semelhante a uma dobradiça enferrujada devido o atrito dos mesmos, o que apesar de indolor, torna-se desconfortável.

Cerâmica x Polietileno

A mais amplamente utilizada no mundo, é uma combinação onde utiliza-se uma cabeça de cerâmica associada a um liner em polietileno.

O polietileno é uma espécie de plástico rígido, que passou por diversos aprimoramentos e tratamentos ao longo dos anos, tornando seu índice de desgaste hoje muito próximo ao da cerâmica.

Quando comparado à cerâmica x cerâmica se beneficia pelo custo, sendo mais em conta, ausência do risco de quebra, porém sofre um índice de desgaste um pouco maior.

Metal x Polietileno

Ótimo custo-benefício, sendo o par mais em conta no mercado, se prejudicando apenas devido seu percentual aumentado de desgaste quando comparado às opções citadas anteriormente.

Prótese de revisão do quadril

A revisão da prótese é um procedimento maior, indicado quando ocorrem desgastes, solturas dos componentes instalados previamente ou fraturas ao redor destes materiais utilizados, necessitando assim de hastes femorais mais longas (de fixação distal) e/ou componentes acetabulares maiores a fim de substituir as regiões de falhas ósseas, buscando um osso de mais rigidez para sua fixação.

Fraturas / osteossíntese

Osteossíntese é o nome dado ao procedimento em que buscamos reestabelecer o alinhamento de um osso fraturado e realizar uma fixação adequada, para que assim o processo natural do organismo resulte em uma consolidação (calcificação) desta lesão.

Os tipos mais comuns de sínteses dessa região são os parafusos canulados, hastes cefalomedulares e placas.

Complicações da prótese de quadril

Como todo e qualquer procedimento cirúrgico, riscos e complicações estão presentes, e na prótese de quadril não é diferente. Dentre os principais eventos indesejáveis estão a infecção pós-operatória, a luxação de prótese, fraturas peri-protéticas, lesões neurológicas e embolias.

A infecção é uma complicação que todos temem, pois além de difícil e trabalhosa, necessita tempo, paciência e em casos de infecções resistentes pode ser necessário a retirada de toda o implante para controlar a infecção, realizando outro procedimento apenas após o controle.

A luxação também pode ocorrer, sendo resultado de alterações neurológicas prévias, insuficiências musculares, alterações anatômicas ou mal posicionamento de implantes – é quando a cabeça femoral se desencaixa do liner acetabular, causando dor intensa, incapacidade de apoio, deformidade e necessidade de resolução cirúrgica para redução (reposicionamento) do implante.

Tanto durante a inserção dos componentes por pressão, quanto por quedas e descuidos no pós-operatório, as fraturas são complicações que podem necessitar de cirurgias maiores para sua fixação.

Lesões neurológicas também podem ocorrer, visto que nas proximidades da incisão estão presentes nervos sensitivos e motores.

Embolias ou tromboses, também sou outro evento indesejável, reduzindo riscos com uso de medicações e movimentação precoce.

  • Impacto femoroacetabular

O IFA (impacto do fêmur no acetábulo) é decorrente de uma alteração anatômica com proeminência óssea que se choca com outro osso durante o arco de movimento. O impacto progressivo gera aumento progressivo desta calosidade e consequentemente do impacto.

Esse aumento ósseo pode ser na região do colo femoral (CAM), no acetábulo (Pincer), ou em ambos (Misto). Quando em estágios iniciais pode ser melhorado com orientações e mudanças de hábitos, fisioterapias e raspagem óssea através de cirurgia por vídeo. Quando mais avançadas, costumam gerar um desgaste na cartilagem e uma artrose progressiva, podendo ser necessária realização da prótese de quadril para melhora do quadro.

Medicina regenerativa / BMA / PRP

A medicina regenerativa é método inovador, em atualizações constantes, onde o objetivo é regenerar estruturas e tecidos que anteriormente eram considerados irreparáveis. É um tratamento que vem apresentando excelentes resultados, porém o paciente necessita estar apto e empenhada para quem em conjunto com o especialista, o resultado atinja as expectativas planejadas.

O aspirado de medula óssea (BMA) ou plasma rico em plaquetas (PRP) são algumas das técnicas mais comumente utilizadas com intuito de regenerar lesões e evitar procedimentos invasivos.

Ácido hialurônico e viscossuplementação

O ácido hialurônico é o principal componente natural do líquido que preenche as articulações do nosso corpo. Quando o desgaste ou processo inflamatório está presente, este líquido reduz progressivamente, aumentando o atrito e dor.

Aplicação de ácido hialurônico auxilia no quadro de artrose, levando a uma lubrificação da articulação, amortecimento de impactos, efeito analgésico, anti-inflamatório e condroprotetor com estímulo de células da cartilagem e colágeno tipo 2.

Quando bem indicado, este tipo de tratamento pode postergar ou até evitar cirurgias mais complexas.

Hidrogel

Possui propriedades semelhantes ao ácido hialurônico, porém estudos demonstram seu efeito mais duradouro, assim como maior capacidade regenerativa quando comparado ao ácido hialurônico.

Neuromodulações e bloqueios periféricos

O bloqueio periférico uma técnica em que, guiado por aparelho de ultrassom, anestesiamos os nervos que geral o estímulo doloroso desta articulação, diminuindo o quadro álgico. Associado a isto pode ser realizada a neuromodulações, onde por meio de agulhas posicionadas próximas ao nervo, são aplicados estímulos elétricos com objetivo de modificar atividade neural deste nervo e aliviar a dor por um período maior.

Tendinite / bursite / tendinobursite

É o nome dado à inflamação do tendão (tendinite), da bursa (bursite), ou de ambos (tendinobursite). O tratamento é baseado na correção do fator desencadeante, no fortalecimento destes tecidos com auxílio de um fisioterapeuta experiente, uso de medicações anti-inflamatórias e aplicações de corticoide / ácido hialurônico diretamente na lesão.

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